Não Empatia

 

Não empatia com pais, amigos, irmãos

 

Empatia segundo Daniel Goleman, é colocar-se no lugar do outro e sentir como este se sente sem que ele diga. Crianças definitivamente não possuem esse grau de rigor e precisão quanto a empatizar pessoas. Daniel Goleman considera a empatia um dos 5 aspectos que denotam inteligência emocional.

 

A empatia alimenta-se da autoconsciência; quanto mais abertos estamos para nossas emoções, mais hábeis seremos na leitura de sentimentos tanto nossos quanto das outras pessoas.

 

As pessoas que não têm idéia do que elas próprias sentem, ficam confusas quanto a saber o que outra pessoa está sentindo.

 

Essas pessoas não conseguem perceber as nuances emocionais que correm pelas palavras e ações das pessoas, o tom de voz que revela o que está pensando e sentindo ou as mudanças de postura corporal e movimentos fisionômicos, ou o silêncio. Ineptos a perceberem seus próprios sentimentos, mostram-se despreparados para perceber os sentimentos em outras pessoas. E costumam ficar presos ao que o outro expressou verbalmente sobre como se sentia.

 

É o caso de algumas crianças que ao serem chamadas atenção sobre alguma grosseria que tenha feito contra um colega relata que o colega não ficou chateado e quando perguntado como sabe disso, dizem convictos: “eu perguntei e ele me disse”, perdem a capacidade de perceber que o colega não revelou o seu real sentimento por outras razões, talvez inclusive pelo receio de novamente ser escarnecido pelo próprio. Essa incapacidade de registrar os sentimentos de outrem é um grande déficit de inteligência emocional, e uma trágica falha no que significa ser um ser humano. Pois todo relacionamento, raiz do envolvimento, vem da sintonia emocional, da capacidade de empatia.

 

Daniel Goleman diz: “Essa capacidade - a capacidade de saber como o outro se sente - entra em jogo numa vasta gama de áreas da vida, desde vendas e administração até namoro e paternidade, piedade e ação política. A ausência de empatia é também reveladora. Vê-se a sua falta em criminosos psicopatas, estupradores e molestadores de crianças. As emoções das pessoas raramente são postas em palavras; com muito mais freqüência, são expostas em outros indícios. A chave para intuir os sentimentos dos outros está na capacidade de interpretar canais não-verbais: tom de voz, gestos, expressão facial e coisas assim.

 

Vamos falar de algumas constatações com base em números? 1.011 crianças participaram de testes e as que mostraram aptidão para ler não verbalmente sentimentos achavam-se entre as mais populares em suas escolas, as mais emocionalmente estáveis. Também se saíam melhor na escola, embora, em média, não tivessem Qls superiores aos de outras crianças. Esse resultado pode revelar que essas crianças têm algumas conexões diferenciadas intelectualmente ou simplesmente são capazes de fazer com seus professores sejam mais amenos com elas. Assim como o modo da mente racional é a palavra, o das emoções é não-verbal.

 

90 % ou mais de uma mensagem emocional são não-verbais e a criança não empática, incapacitada de perceber o não dito se saem muito mal nas relações interpessoais.

 

As origens da empatia podem ser localizadas na infância. Praticamente desde o dia em que nascem, os bebês ficam perturbados quando ouvem outro bebê chorando - uma reação que alguns encaram como o primeiro precursor da empatia. Com um ano, mais ou menos, começam a compreender que o sofrimento não é deles, mas de outro, embora ainda pareçam confusos sobre o que fazer.

 

Uma excelente forma de preparar as crianças para serem mais empáticas é os adultos serem empáticos com elas, sendo capazes de captar o que elas sentem e expressar claramente sobre como as estamos percebendo. Apenas repetir o que elas fazem e falam ou balbuciam não resulta em sensação de estarem sendo empatizados. Essa atitude só demonstra que sabemos o que a criança fez, não como ela se sentiu. Para informar a criança que sentimos como elas sentem e assim ajudarmos a se prepararem para serem empáticas, é preciso reproduzir os sentimentos íntimos dessa criança, seja por meio de expressões fisionômicas ou falas expressas.

 

Quando os pais não estão em sintonia com um filho, isso é profundamente perturbador. Quando um pai consistentemente deixa de mostrar qualquer empatia com uma determinada gama de emoções da criança - alegria, lágrimas, necessidade de aconchego a criança começa a evitar expressar, e talvez mesmo sentir, essas mesmas emoções. Dessa forma,presume-se, gamas inteiras de emoção podem começar a ser apagadas do

repertório para relações íntimas, ou as crianças podem preferir uma infeliz gama de emoção.

 

Os custos emocionais para a vida inteira da falta de sintonização na infância podem ser grandes e não só para a criança. Um estudo de criminosos que praticaram os crimes mais cruéis e violentos constatou que uma das características do início de suas vidas que os distinguia de outros criminosos era que tinham sido mandados de uma casa de adoção para outra, ou criados em orfanatos-históricos de vida que sugerem abandono emocional e pouca oportunidade de sintonização.Enquanto o abandono emocional parece embotar a empatia, há um resultado paradoxal do abuso emocional intenso e constante, incluindo ameaças cruéis e sádicas, humilhações e simples maldade. As crianças que sofrem tais abusos podem tornar-se hiperalertas para as emoções dos que as cercam, no que equivale a uma vigilância pós-traumática para detectar indícios que anunciem ameaça.

Sentir com o outro é envolver-se.

 

O Coach Infantil ajuda muito orientando os pais para que realizem exercícios com seu/sua filho/a, do tipo:

 

Participar de campanhas solidárias a instituições de asilamento infantil e depois conversar com a criança sobre o que percebeu; - pedir para criança observar pessoas na mesa ao lado do restaurante e pela forma que estão gesticulando brincar de descobrir sobre o que estão falando;

 

O trabalho do Coach Infantil tem foco em perguntas que levem a criança a descrever como ela acha que a pessoa com quem ela está tendo dificuldade de empatizar, poderia estar se sentindo; exercícios de deslocamento perceptivo, perguntas do tipo, “e o que faz você achar que a pessoa tal se sente assim?”, “e se pudesse estar dentro da pessoa tal o que acha que ela pensou / sentiu /imaginou no momento que você fez / disse tal coisa?”

 

Conheça o projeto Iluminando Crianças | Mentoria on-line que preparei com muito carinho aos pais que necessitam de um direcionamento para os comportamentos indesejados de suas crianças, acesse raquelguiote.com/iluminando-criancas-mentoria

 

 

Eu limpo em mim as memórias que compartilho com cada pessoa que venha a ler este artigo.
Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grata.

 

Raquel Guiote Ribeiro
Facilitadora Harmonia Familiar Coach Infantil
www.raquelguiote.com
Objetivo : Despertar Autoconhecimento | Valores nas crianças para serem felizes hoje e se tornarem adultos conscientes e responsáveis pelas suas Ações, Pensamentos, Atitudes e Comportamentos;
Pais aprendendo realizar boas perguntas para gerar nas crianças reflexões  e estimular o desenvolvimento de novas ações e atitudes pensadas e expressadas pela própria criança.
raquelguiote@gmail.com
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A PAZ DO EU
A Paz esteja contigo
Toda a Minha Paz
A Paz que é EU
A Paz que é EU SOU
A Paz para todo o tempo, agora, eternamente e até além
Minha Paz EU lhe dou
Minha Paz EU deixo contigo
Não a Paz do mundo
Mas apenas a Minha Paz
A Paz do EU

 

 

Tags: Assertividade

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