Alimentação Inadequada

Alimentação Inadequada

 

Alguns fatores determinantes do comportamento e hábitos alimentares em adultos

encontram-se na construção desse aspecto ao longo do desenvolvimento da infância à

adolescência. 

 

Embora primariamente influenciados por fatores constitucionais, são as

experiências com diversos alimentos e sabores, incentivadas por aspectos de ordem afetiva e sociais, os principais fatores do comportamento e hábitos alimentares.

 

SENTIR FOME, TER APETITE e QUERER COMER não são sinônimos, mas esses três pontos significam um determinado estado motivacional ou disposição para ingerir ou não comida.

 

Sem dúvida que existe em todos os seres vivos uma motivação para procurar nutrientes e saciar a fome. A questão é como a criança é estimulada a saciar sua fome, aplacar seu apetite e querer ou não comer.

 

Muitos mamíferos possuem uma capacidade para aprender a identificar

quais os produtos devem ser consumidos.

 

E entre diversas espécies animais, existe uma capacidade inata, instintiva, para procurar os nutrimentos necessários e selecionarem os alimentos indispensáveis para superarem uma dada carência. 

 

Tal não acontece com os seres humanos. Embora o desejo de alimentos,

o apetite portanto, se baseie numa necessidade biológica, a grande maioria dos comportamentos integrados no processo de saciedade são, muito provavelmente, aprendidos.

 

Podemos afirmar que o comportamento que implica a seleção e a ingestão de alimentos preferidos é aprendido e evolui desde os primeiros dias influenciados pela maturação e aspectos constitucionais, pelos agentes de socialização, por fatores afetivos e da interação mãe-criança-família. 

 

A publicidade, especialmente a que se divulga na TV e a modelagem

familiar mostram-se poderosos determinantes dos hábitos alimentares.

 

Há uma crescente tendência a obesidade infantil, associada a diminuição de atividade física, aumento do colesterol em crianças e o trabalho que realizo com a criança e sua família poderá interferir muito positivamente e rapidamente para ajudar que as dietas construídas e as orientações dos médicos e nutricionistas sejam absorvidas na rotina da criança para manutenção da sua saúde ou restabelecimento dela.

 

A falta de tempo para se fazer comida em casa, a falta de tranquilidade e paciência para instalação de hábitos saudáveis de alimentação e a ansiedade excessiva da vida moderna, a correria, a quantidade de oferta de comida barata industrializada e de fácil consumo tudo isso interfere facilmente para o quadro que estamos assistindo.

 

Para Contento, Williams, Michela, e Franklin (2006), o consumo de refeições na família poderá proporcionar ao jovem uma fonte de equilíbrio nutricional pois contrabalança a ingestão de “junkfood” que ocorre com o grupo. 

 

Ao mesmo tempo, as interações familiares durante as refeições favorecem os laços afetivos e são por isso fonte de equilíbrio emocional. 

 

Estes investigadores sugerem que a natureza das interações dos jovens com as famílias é importante também porque estes “negociam” com as famílias os alimentos a consumir, sem prejuízo da sua autonomia e aprendendo a fazer escolhas mais saudáveis.

 

Alterar os hábitos alimentares é tarefa difícil de conseguir. Mais difícil ainda será manter as mudanças realizadas. Adquirir e manter um novo comportamento requer mais esforço do que continuar com os velhos hábitos arraigados e associados a outros fatores de ordem social e cultural.

 

Diversos fatores de ordem psicológica e psicossocial, como falta de motivação, influência social, crenças e sentimentos de auto-eficácia, contribuem para dificultar ou facilitar as mudanças no estilo de vida e hábitos alimentares (Huon & Strong, 1998).

 

A seleção de alimentos, mais do que determinada por necessidades fisiológicas, depende de fatores psicossociais. Os hábitos alimentares resultam da interação de fatores ambientais, psicológicos e biológicos. 

 

Assim, também a intenção ou compromisso em alterar um determinado comportamento (deixar de consumir ou passar a preferir um determinado alimento) poderá ser influenciada pela informação obtida através de um técnico de saúde, pelos amigos, familiares e meios de comunicação, pelas atitudes face ao alimento e pelo reforço social obtido com o novo comportamento. 

 

A propósito da mudança, as atitudes, o prazer associado ao gosto do alimento e o compromisso para mudar assumem uma importância determinante.

 

Estima-se que entre 20 a 30% das crianças manifestem qualquer tipo de problema alimentar que se traduz genericamente por falta de apetite, recusa de alimentos, vômitos, ou grande seletividade (Linscheid, Bud, & Rasnake, 2003). 

 

Estas perturbações que afetam o estado de saúde da criança, têm como fatores de risco a ansiedade da mãe à volta da situação alimentar, perturbações alimentares da mãe e problemas relacionais podendo chegar a verdadeiras guerras na hora da refeição.

 

Hoje se sabe que as dietas restritivas e rígidas causam menos resultados na diminuição de peso e menos ainda na manutenção deste.

 

Neste momento que meu trabalho entra em ação para eu intervir construindo:

 

1 - Levar entendimento da criança sobre sua real situação, consequências atuais e futuras se não fizer algo por si, por meio de boas perguntas;

encontrar formas viáveis e razoáveis que a

criança possa, pouco a pouco, absorver novos hábitos

alimentares e de atividade físicas;

 

2 - Construir junto com criança pequenos

planos / tipo quadros coloridos / combinados com dias e

horas de inserção de novos alimentos diariamente, o

que significa construir junto com a criança uma dieta em

cima da dieta pronta do médico ou nutricionista até

essa dieta estar completamente aplicada;

 

3 - Trabalhar a ansiedade dos pais e seu

posicionamento para reforçar positivamente os avanços

paulatinos que a criança irá apresentando;

 

4 - Acompanhar a família para que não sejam

aplicadas barganhas ou punições.

 

 

Conheça o projeto Iluminando Crianças | Mentoria on-line que preparei com muito carinho aos pais que necessitam de um direcionamento para os comportamentos indesejados de suas crianças, acesse raquelguiote.com/iluminando-criancas-mentoria

 

Eu limpo em mim as memórias que compartilho com cada pessoa que venha a ler este artigo.
Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grata.

 

Raquel Guiote Ribeiro
Facilitadora Harmonia Familiar Coach Infantil
www.raquelguiote.com
Objetivo : Despertar Autoconhecimento | Valores nas crianças para serem felizes hoje e se tornarem adultos conscientes e responsáveis pelas suas Ações, Pensamentos, Atitudes e Comportamentos;
Pais aprendendo realizar boas perguntas para gerar nas crianças reflexões  e estimular o desenvolvimento de novas ações e atitudes pensadas e expressadas pela própria criança.
raquelguiote@gmail.com
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Youtube - Raquel Guiote Ribeiro

 

A PAZ DO EU
A Paz esteja contigo
Toda a Minha Paz
A Paz que é EU
A Paz que é EU SOU
A Paz para todo o tempo, agora, eternamente e até além
Minha Paz EU lhe dou
Minha Paz EU deixo contigo
Não a Paz do mundo
Mas apenas a Minha Paz
A Paz do EU

  

 

 

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